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Archives for Gestão de negócio

Vai Comecar Um Negocio Leia Nosso Post E Comece Da Maneira Certa - Abrir Empresa Simples

Vai começar um negócio? Leia o nosso post e comece da maneira certa!

Como empreender do zero? Veja 10 dicas para começar seu pequeno ou médio negócio

Pandemia ampliou os desafios dos empreendedores e reforçou a importância do uso de ferramentas digitais. Com o Oi Seu Negócio, você tem um aliado para reduzir custos de logística e ampliar canais de vendas.

Não importa o tamanho de seu empreendimento: ser empreendedor é uma atividade que carrega grandes desafios. Abrir um negócio e administrá-lo com competência é uma missão difícil, mas que pode se tornar menos complexa com algumas medidas razoavelmente simples.

São ações com ainda mais relevância quando falamos de pequenos e médios negócios, que exigem gestão cuidadosa e competente para sustentar seu crescimento. Da pesquisa minuciosa da concorrência à atenção com o orçamento, passando pela preocupação com a digitalização, elencamos abaixo 10 dicas de empreendedorismo para pequenos e médios empreendedores.

1) Antes de abrir as portas, pesquise

A empolgação pode ser decisiva para que o empreendedor dê o pontapé inicial de sua trajetória. É preciso, porém, aliar inteligência e pensamento estratégico à motivação para começar seu negócio.

Antes de embarcar na aventura que é ser empreendedor, faça o tema de casa. Pesquise intensamente sobre o segmento de que seu negócio fará parte. Há tendência de crescimento? Na região onde você atuará, há interesse nos produtos e serviços que você pretende oferecer?

Convém estender essa pesquisa à futura concorrência. Investigue de onde viriam seus principais competidores. Entenda qual é a estratégia que empregam, os preços que praticam e como dialogam com os clientes. A partir dessas informações, trace sua estratégia para oferecer um diferencial competitivo.

2) Depois de abrir as portas, pesquise

Um empreendedor tem de se manter atualizado. Sempre. Tudo que você pesquisou no item 1 é importante para posicionar seu negócio no momento de consolidá-lo no mercado, firmando seus primeiros passos. A busca por informações, no entanto, tem de ser constante.

Segmentos inteiros da economia se transformam rapidamente. O empreendedor, então, tem de entender se o setor em que atua segue relevante – e se seguirá assim no longo prazo. A concorrência também muda: há quem transforme seus modelos de negócios, outros competidores abrem suas portas e os preços praticados também podem mudar. Esteja sempre antenado a essas transformações para não ficar para trás.

3) Digitalizar é preciso

O momento da pandemia do novo coronavírus trouxe uma série de lições para empreendedores de diversos portes. Talvez a mais evidente delas foi a de que é necessário, para qualquer negócio, estabelecer uma forte presença digital. Além de preparar seu empreendimento para o futuro, você vai economizar com custos de logística e ainda ampliar seus canais de venda. Então utilize meios de comunicação como as redes sociais, esteja presente em aplicativos de delivery e aproveite as vantagens da digitalização de processos antes burocráticos e demorados.

Mais novo aliado do pequeno e médio empreendedor, o recém-lançado Oi Seu Negócio, por exemplo, oferece ferramentas valiosas para consolidar essa digitalização. A começar por uma conexão de alta qualidade: a Oi Fibra, de até 400 mega, é conectada por pura fibra ótica e inclui, também, telefone fixo (VoIP).

Além disso, há o software Oi Gestão Digital, desenvolvido especialmente para pequenos negócios. A plataforma permite ao empreendedor fazer o controle financeiro de seu negócio, com gestão do fluxo de caixa online, integração entre estoque e vendas, lançamento de contas a pagar e receber e cadastro de contas bancárias, entre outras funcionalidades. Pode-se fazer, também, o lançamento de vendas realizadas, gestão de produtos e serviços e cadastros de clientes. Com isso tudo, é possível monitorar facilmente seus resultados.

Para transformar seguidores, curtidas e compartilhamentos em faturamento, o cliente Oi Seu Negócio tem o Oi Marketing Digital. É a melhor ferramenta para se comunicar com o seu público de forma personalizada e eficiente. Você pode definir estratégias para encontrar seu público-alvo nas mídias digitais, elaborar campanhas e acompanhar seus resultados.

4) Organize as contas

Tem muito empreendedor que abre o negócio empolgado por uma grande ideia, consegue conquistar uma razoável base de clientes e, mesmo assim, se vê em dificuldade. É um sinal de que a gestão financeira deixa a desejar.

Algumas medidas bem simples podem fazer a diferença para se ter maior controle sobre as finanças. Muitos empresários, por exemplo, sequer conseguem separar as contas pessoais das de sua empresa. A boa gestão financeira começa por aí.

Não dá tanto trabalho assim para ir mais além e ter um controle ainda mais eficiente sobre o orçamento. As opções de softwares de gestão como o Oi Gestão Digital tornam mais fácil a vida do empreendedor que quer saber, em detalhes, como está a saúde financeira de seu negócio.

5) Clientes são prioridade

Lembre-se que o seu foco deve estar em seus clientes. Se você planeja abrir um pequeno negócio, tem de se colocar no lugar de quem poderão ser seus próximos consumidores. Procure entender se o produto ou serviço que irá oferecer é realmente útil. A mesma atitude deve seguir quando o negócio já estiver consolidado: meu atendimento é ideal para meus consumidores? E os produtos?

Estabeleça canais de comunicação eficientes com seus clientes para poder avaliar essas questões. Reflita quando receber críticas mais contundentes e se pergunte se não é hora de promover uma transformação.

6) Estabeleça metas

Não adianta batalhar para crescer se não há referências de onde a empresa quer chegar. Estabelecer objetivos – que sejam alcançáveis e tenham prazo para serem atingidos – ajuda o negócio a prosperar.

Essas metas podem estar ligadas à relevância do seu negócio, como aumento do número de clientes ou de seguidores nos perfis das redes sociais. Você também pode mirar em objetivos que exigem resultados financeiros mais robustos, como a ampliação do espaço físico ou o aumento do faturamento. Nesse caso, softwares como o Oi Gestão Digital podem lhe ajudar a traçar metas que sejam realistas e, ao mesmo tempo, desafiadoras.

7) Invista em qualificação

Buscar capacitação fará de você um melhor empreendedor e, por consequência, impactará positivamente em seu negócio. O mesmo vale para seus funcionários.

Por isso o investimento em qualificação, seja a sua ou de sua equipe, costuma valer a pena. Ajudar a bancar um curso de graduação ou pós-graduação pode ser um método eficiente de fazer seu colaborador evoluir. Aliás, com o momento atual, há ainda mais oportunidades para capacitação, já que houve forte crescimento de oferta de cursos online.

8) Não abrace tudo sozinho

Sua empresa consegue funcionar se você não puder trabalhar por um determinado período de tempo? Muitos empreendedores não podem responder a essa pergunta com um “sim”.

Quem abre um negócio costuma abraçar o mundo para levá-lo adiante. Faz de tudo um pouco. Se sua realidade exige que você execute múltiplas tarefas, ao menos tenha em mente que o ideal é delegar. Quando você tiver uma equipe consolidada, dê a seus colaboradores responsabilidades para que, no futuro, possa responder com segurança à pergunta do parágrafo anterior.

9) Estabeleça uma rede de fornecedores

Se você abriu um negócio que faz doces caseiros e tem apenas um fornecedor de açúcar, está correndo um risco desnecessário. Se acontecer qualquer imprevisto com a entrega daquele fornecedor, seu produto não vai chegar ao consumidor final.

É por isso que você precisa estabelecer uma rede de fornecedores, com várias opções. Em um momento de crise, como o atual, essa dica torna-se ainda mais valiosa, já que há maior possibilidade de ocorrer algum problema – e até o fechamento – do parceiro.

10) Costure parcerias

Procure outros negócios para que um possa ajudar o outro. Encontrar possíveis parceiros pode ser um dos resultados desejados das pesquisas mencionadas nos itens 1 e 2. Ao conhecer a fundo o mercado e o segmento em que atua, você saberá se vale a pena – para sua empresa e a que você quer convidar – costurar a parceria.

Uma chave importante para entender quem pode ser um negócio parceiro é olhar para os clientes. Se o perfil de consumidores é parecido, é bem provável que a parceria seja boa para todas as partes envolvidas.

Fonte: G1

Saiba Mais
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Você conhece o Pix? Saiba por que ele é vantajoso para o seu negócio!

Pix: Quais as vantagens para as empresas?

Com o novo meio de pagamentos, empresas e PJ vão poder receber de seus clientes em tempo real, direto na conta.

O Pix é um novo meio de pagamentos anunciado pelo Banco Central em fevereiro de 2020. Ele vai permitir transferências e pagamentos em tempo real – independentemente do dia ou horário e para qualquer instituição financeira.

Em outras palavras: pessoas físicas e jurídicas vão poder enviar e receber dinheiro por meio do Pix, ganhando mais uma opção além de TED, DOC, boleto e cartão, por exemplo.

O Pix não é um app nem é exclusivo de uma instituição específica. Praticamente todos os bancos do país vão oferecer o novo meio de pagamentos dentro dos canais que os clientes já estão acostumados a usar, como app e internet banking.

O cadastro para usar o Pix começa no dia 5 de outubro, mas ele passa a funcionar em novembro: de forma restrita no dia 3 de novembro para alguns usuários e em horários limitados e para todo mundo no dia 16 do mesmo mês – data oficial de lançamento.

Vantagens para as empresas

As vantagens do Pix para empresas variam de acordo com o uso – receber ou fazer pagamentos. Entre elas:

– As transações podem acontecer em qualquer horário e qualquer dia da semana – incluindo finais de semana e feriados;
– Os pagamentos vão ser direto entre pagador e recebedor – sem intermediários que podem tornar as transações mais caras e demoradas;
– O dinheiro cai direto na conta em poucos segundos;
– As tarifas são mais baratas se comparadas às de outros meios de pagamento, como cartão e boleto;
– Dá para receber de um jeito fácil e prático usando QR code – a partir de outubro, inclusive, empresas poderão usar apenas um código para receber via diferentes meios de pagamento, incluindo o Pix;
– Também é possível receber pagamentos usando as chaves Pix, como e-mail, número de telefone e CPF;
– Fica mais fácil fazer o fluxo de caixa do negócio ao receber em tempo real.

Vantagens de fazer um Pix

– As transferências podem ser feitas em qualquer horário e qualquer dia da semana – incluindo finais de semana e feriados;
– É possível pagar fornecedores, funcionários e até tributos em tempo real – como se fosse uma transação com dinheiro, mas digital;
– Dá para fazer transações usando apenas as chaves Pix, em vez das informações tradicionais como número da conta, agência, banco e CPF ou CNPJ;
Para fazer um Pix, basta ter um celular à mão.

Ou seja, o Pix vai ser uma opção mais rápida, fácil e barata de receber e fazer pagamentos e transferências, dando mais possibilidades às empresas brasileiras.

Fonte: Contábeis

Saiba Mais
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Compliance contábil: saiba a sua importância para as empresas.

A Importância do compliance contábil para as empresas

O compliance consiste em criar e facilitar os controles internos dando mais eficácia e qualidade nos resultados e em especial diminuir os riscos financeiros para a empresa.

Porque ultimamente se ouve tanto falar em compliance, você sabe o que significa? Afirma-se segundo Coimbra e Manzi que Compliance significa cumprir, executar, obedecer, observar, em outras palavras quer dizer: agir com base nos  padrões éticos, ou seja, manter em conformidade com as normas e leis, para que esses sejam de fato cumpridos.

De acordo com Coimbra e Manzi (2010), diz-se que Compliance:

origina-se do verbo inglês to comply, que significa cumprir, executar, obedecer, observar, satisfazer o que lhe foi imposto. Compliance é o dever de cumprir, de estar em conformidade e fazer cumprir leis, diretrizes, regulamentos internos e externos, buscando mitigar o risco atrelado à reputação e o risco legal/regulatório. (COIMBRA & MANZI, 2010, p. 2).

A importância do compliance contábil para as empresas, seja ela de Pequeno ou médio porte, consiste em criar e facilitar os controles internos dando mais eficácia e qualidade nos resultados e em especial diminuir os riscos financeiros para a empresa.

A forma mais importante do compliance contábil é a analise dos riscos para o negócio, estabelecendo o que pode ameaçar os resultados e implementando ações, a outra forma que devemos destacar é o processo de gestão, através do fluxo de caixa, do controle, dos tributos, das receitas, despesas e dos investimentos, resultando em um maior controle das informações nos processos decisórios.

O profissional contábil com expertise em compliance, necessita entender melhor as suas funções e responsabilidades, não basta elaborar e publicar procedimentos e direcionar as responsabilidades aos gestores, eles precisam mudar o seu jeito de pensar e agir, eles precisam ser bem mais consultivos e participativos, entender o que está sendo cobrado e como podemos melhorar as atividades para se obter uma boa gestão do negócio.

Portanto é preciso estar sempre bem informado e buscando profissionais capacitados para trazer novos conhecimentos, e estratégias para o seu negócio, quanto maior a informação que você tiver sobre os processos, riscos e concorrentes, mais fácil conseguirá implementar o compliance contábil em sua organização.

Fonte: Contábeis

Saiba Mais
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Para vencer a economia, é preciso atualizar a sua cultura organizacional!

Empresas apostam em cultura organizacional para vencer nova economia

As duas primeiras décadas do século XXI mostraram que uma nova cultura de gestão estava surgindo no cenário mundial: a gestão 4.0 pontua inovação e tecnologia como marca desses novos tempos. O advento da pandemia acelerou o processo e escancarou o fato de que uma gestão baseada em certeza, comando e controle ficou ultrapassada num mundo com transformações intensas, marcado pela imprevisibilidade.

Nesse cenário, empresas como Google, Amazon, Verity e outras vêm apostando em formar culturas forte como uma ferramenta para fazer frente aos novos tempos, com novas formas de produzir e entregar valores para os clientes.

De acordo com o Head de Inovação, Agilidade e Cultura da Verity Victor Gonçalves, está mais complexo fazer isso. “Para produzir valor para o cliente no século XXI, as empresas precisam adaptar não apenas o seu modelo de negócio, não apenas a sua operação, mas, fundamentalmente, aquilo que a empresa acredita: as suas crenças e os seus valores”, defende, lembrando que a cultura é o conjunto de crenças e valores compartilhados pelas pessoas dentro de uma organização.

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Para Victor Gonçalves, a cultura é o diferencial estratégico de uma empresa ou organização e essa proposta precisa estar clara para os colaboradores ( foto: Divulgação)

Gonçalves salienta ainda que a cultura é o diferencial estratégico de uma empresa. “Se a empresa tem uma visão de onde quer chegar, a cultura indica como as pessoas daquela empresa farão para chegar lá”, diz. Para ele, em meio ao caos atual, é fundamental descobrir novas formas de trabalho e, por isso mesmo, as empresas e organizações precisam assumir novas crenças, compatíveis com o mundo em que se vive. “A gente precisa de pessoas que não estejam simplesmente engajadas para trabalhar, apesar dos desafios, mas pessoas que estejam engajadas para trabalhar por conta desses desafios. Isso é uma cultura forte”, esclarece, destacando que uma cultura forte corporativa traz liberdade e responsabilidade. “Ela garante que as pessoas, em um cenário de complexidade, que exige que as pessoas lidem com imprevisibilidade e experimentação frequente, tenham autonomia para lidar com os desafios, mas responsabilidade para lidar com eles. A cultura forte atrai os melhores profissionais e os melhores profissionais entregam os melhores resultados”, completa.

Construindo cultura

A consultora de Carreira na LHH Fabiana Soares defende que organizações com culturas fortalecidas possuem em comum: o foco na experiência de seus colaboradores, durante todo o processo de permanência na empresa, desde a contratação até o desligamento; investimento na capacitação das lideranças, preparando-as para lidar com o cenário em transformação e estímulo à inclusão e diversidade de perfis, como parte das práticas de gestão de pessoas. “Dessa forma, conseguem, não apenas sobreviver no mercado, como se diferenciar, assumindo um posicionamento comercialmente inovador e socialmente responsável e ético”, completa, alertando para importância desses valores.

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Fabiana Soares orienta que cada organização deve adaptar o fortalecimento da cultura ao tipo de negócio realizado ( foto: Divulgação)

Para ela, não existe uma receita única e os caminhos se adaptam conforme a maturidade e complexidade de cada empresa. “Entretanto, ao estruturar uma jornada de aprendizagem, trilhas de crescimento e carreira e assegurar uma comunicação transparente, a tendência é que essas pessoas permaneçam na empresa e estejam mais comprometidas com os objetivos corporativos, realizando entregas com maior qualidade”.

Fabiana Soares lembra que a construção dessa cultura forte passa ainda por  promover a inclusão e diversidade, contratando pessoas diversas, sejam elas negras, com deficiência, maiores de 50 anos e também, pessoas LGBTQIA+. “A empresa fomenta à inovação a partir do olhar plural e diverso, gerando maior representatividade também, com o seu cliente final”, afirma, garantindo que essa é uma forma de contemplar o cliente, possibilitando que ele possa escolher de qual empresa consumirá um produto ou serviço.

Passo a passo

Os especialistas defendem que a construção dessa cultura forte que levará o empreendimento para outras dimensões exigirá transparência nas decisões. “Esse empreendimento terá que valorizar novos comportamentos a partir da cultura que espera. Então, é quase como uma declaração das expectativas que a empresa tem sobre os comportamentos dos profissionais. Isso precisa ficar dito e claro”, esclarece Gonçalves.

Para ele, nesse momento os executivos e líderes precisam fazer aquilo que eles esperam das pessoas, sendo espelho das expectativas. “Se você tem uma liderança que é uma referência, ele tem que agir da maneira como espera que você se comporte. É necessário ter essa consciência e responsabilidade”, garante.

O especialista lembra que as organizações, no século XX, adotaram um modelo de gestão que deixou tudo repleto de processos e isso acaba tolhendo um pouco a criatividade das pessoas ao lidar com os desafios do século XXI.  “A empresa pode também ter um olhar para eliminar políticas internas, verticalizadas e procedimentos que se tornem burocráticos ou que sejam contra os novos comportamentos esperados”, diz.

Na Verity, por exemplo, foi criado o programa “Guardiões da Cultura”, onde a cultura organizacional foi definida. Nessa proposta, os departamentos e setores mostram, segundo suas expectativas, como para sustentar a cultura que se deseja. “Dentro desse processo de ideação, distribuímos essas ideias para que eles se dividissem em times multidisciplinares e eles conduzirem essas ações. Um dos maiores problemas de gestão é a falta de confiança entre líder e liderado. O que as empresas precisam entender é que funcionário precisa ser lidado como adulto. Eles precisam ser desafiados, assumir responsabilidades e ter voz dentro da estrutura”, finaliza.

10 dicas para vencer nos novos tempos

1.    Saia do senso comum, inovando em suas práticas e oferendo mais e melhores produtos e serviços;
2.    Some missão, visão e valores. Se chegará à base da cultura organizacional;
3.    Engaja o time, a repercussão é percebida diretamente na satisfação do cliente final;
4.    As lideranças têm papel fundamental à medida que influenciam os times para os objetivos corporativos e ainda, formam comportamento, geram opinião, influenciam e toma decisões o tempo inteiro;
5.    Prepare os líderes para que estejam alinhados com os valores, missão e visão da empresa;
6.    Desenvolva a habilidade de gerir colaborativamente com as pessoas. Isso é essencial para consolidar uma cultura que acompanhe as transformações que o cenário atual requer;
7.    Prepare a gestão para lidar com o novo, com o diferente e inspirar as pessoas, isso impacta diretamente no sucesso da companhia.
8.    Colaboradores que se sentem estimulados, conectados com o propósito de crescimento e desenvolvimento da empresa, entram no jogo e jogam junto com as lideranças.
9.    Com isso, cada pessoa na empresa age como disseminador da cultura e reforça o sentimento de pertencer e de orgulho de fazer parte do time;
10.    Esse é o melhor dos cenários e a tendência é reter os talentos, melhorar relacionamento entre pessoas e setores e alavancar resultados.

Fonte: Correio

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Transformação digital: tenha uma visão clara da sua empresa

Custos X Despesas: Transformação Digital trás clareza para o seu negócio

Uma das questões fundamentais para qualquer gestor é saber quanto sua empresa gasta por mês e, principalmente, quais são as áreas com mais despesas.

Ter essas informações em mãos é essencial para planejar os próximos passos e conseguir melhorar a rentabilidade do negócio.

Apesar dessa importância, a missão não é das mais fáceis: poucos empresários conseguem identificar os gastos considerados desnecessários no dia a dia.

Um aliado importante nessa tarefa é justamente a transformação digital. Por meio dela, as organizações não apenas se adequam a novos processos, mas conseguem ter mais transparência em suas despesas.

Pesquisa Global de Redução de Custos, realizada pela consultoria Deloitte, indica a dificuldade das empresas de adotarem práticas que controlem seus custos operacionais.

No Brasil, quase três quartos das organizações (73%) admitiram que não conseguiram cumprir suas metas no último ano – esse índice é ainda maior na média global (81%).

A principal barreira enfrentada pelas companhias brasileiras e mundiais é a falta de gerenciamento de desafios para implementar as iniciativas (71% no Brasil e 65% global).

Isto é, a falta de uma visão eficiente e automatizada na gestão.

Ainda que a transformação digital seja a expressão da moda no ambiente corporativo, sua utilização está mais relacionada à automação de processos do que à estratégia de redução de despesas.

Contudo, o que muitos profissionais ignoram, é que justamente essa digitalização e a entrada de novas tecnologias no dia a dia trazem mais transparência em todas as tarefas e ações das equipes.

Ou seja, o cruzamento de todas as informações coletadas pelas soluções permitem análises mais completas por parte dos gestores, identificando onde há gastos mais elevados e facilitando a tomada de decisão.

Uma boa gestão das despesas deve separar o que são gastos supérfluos e que podem ser otimizados de investimentos que, quando bem executados, permitem a consolidação da empresa em seu segmento.

Custos com impressão e gerenciamento de documentos, por exemplo, podem ser reduzidos com o apoio de empresas parceiras, potencializando a produtividade dos colaboradores.

Evidentemente, isso não acontece como um passe de mágica e tampouco é algo natural que acompanha a implementação das soluções tecnológicas.

A própria empresa precisa estar pronta para conseguir garantir que a digitalização traga uma visão mais clara sobre a gestão das despesas.

A principal medida deve envolver uma mudança na própria cultura organizacional, com os profissionais extraindo informações inteligentes dos processos.

Além disso, é algo que deve envolver todas as equipes e não apenas um determinado departamento.

A transformação digital é um caminho sem volta para todas as empresas, mas o conceito vai muito além da digitalização e adoção de novas tecnologias.

Sem a estratégia de reduzir custos e aumentar a rentabilidade do negócio, não apresenta nenhum valor ao negócio e tampouco facilita o crescimento a médio e longo prazo.

Para que esse objetivo se concretize, é preciso garantir que a missão seja cumprida à risca, isto é, que os profissionais sejam capazes de enxergar todas as despesas e identifiquem quais gastos podem ser cortados sem afetar o dia a dia de todos.

Fonte: Jornal Contábil

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Desvende o poder contido nos relatórios contábeis e afaste o seu negócio da crise!

Relatórios contábeis são documentos que descrevem, com dados técnicos, todas as informações colhidas pelos setores de contabilidade das empresas.

Nesses registros, estão inclusos todos os valores de despesas, custos e impostos devidos ou pagos.

Geralmente, os relatórios são feitos mensalmente, trimestralmente ou anualmente — essa frequência varia de acordo com as normas estipuladas pelos estabelecimentos.

Para que possam ser acessadas sempre que houver necessidade, essas informações podem ser impressas, ou permanecerem armazenadas em arquivos digitais.

Se você busca por informações referentes a relatórios contábeis, o post de hoje foi elaborado especialmente para aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto.

Tenha atenção em sua leitura e aproveite.

Quais os tipos de relatórios contábeis existentes?

Existem apenas dois tipos de relatórios contábeis: os relatórios obrigatórios e os não obrigatórios.

Veja, abaixo características específicas de cada um dos tipos de relatórios gerados pela contabilidade financeira:

Relatórios obrigatórios

Conhecidos como Demonstrações Financeiras, os relatórios obrigatórios são aqueles exigidos por lei.

Entre eles, estão documentos como:

  • Balanço Patrimonial (BP);
  • Demonstração do Resultado do Exercício (DRE);
  • Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA);
  • Demonstração das Origens e Aplicações de Recurso (DOAR) — somente para Sociedades Anônimas.

Dependendo da situação, é preciso publicar esses relatórios por meio de mídia escrita.

Relatórios não obrigatórios

Os relatórios não obrigatórios são aqueles que não são exigidos pela legislação.

No entanto, eles são extremamente importantes para as tomadas de decisão dos empresários e gestores de empresas, pois seus dados podem definir investimentos importantes, entre outras funções.

São eles:

  • Demonstrativo do Fluxo de Caixa (DFC): exceto para as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a R$ 2.000.000,00, quando se torna obrigatório;
  • Demonstrativo do Valor Adicionado (DVA): exceto para as companhias abertas.

Ambos os relatórios descrevem as operações passadas, possibilitando aos gestores o fácil acesso a previsões de despesas e receitas de períodos futuros.

Qual a importância desses relatórios?

Todos os relatórios contábeis são importantes para avaliar a saúde financeira da empresa. Afinal, são eles que resumem todas as informações de uma forma organizada e confiável.

Sem esse controle, um gestor coloca em risco o sucesso de sua administração.

Por isso, ele deve analisá-los com muita cautela e atenção.

Quem pode fazer relatórios contábeis?

Todo trabalho que envolve a coleta de informações — inclusive a entrega dos informes contábeis à diretoria, à gerência e ao conselho administrativo das empresas — deve ser realizado com muita perfeição, pois esses documentos têm um papel fundamental para a administração dos empreendimentos.

Portanto, manter um fluxo de caixa atualizado proporciona ao gestor uma visão sobre a situação financeira da empresa, auxiliando antecipadamente na tomada de decisão.

Por essa razão, os relatórios contábeis devem ser feitos por profissionais contábeis e com experiência na área.

Por tratarem da área financeira dos negócios, esses documentos são de extrema importância, e qualquer erro na coleta e interpretação dos dados pode significar um grande prejuízo para a empresa, seja por conta de um investimento mal aplicado ou por uma decisão mal embasada.

Como eles são elaborados?

Uma pequena empresa oferece desafios que surpreendem a maioria de seus gestores.

É fundamental estar preparado para superá-los sem grandes dificuldades.

A elaboração de um relatório contábil exige conhecimento e uma visão diferenciada sobre as questões econômicas do negócio.

sucesso da gestão depende do equilíbrio entre um software eficiente e adequado às suas necessidades e de práticas que trazem bons resultados.

Antes de tomar qualquer atitude, é necessário criar um bom plano de contas.

Nessas horas, deve-se evitar a generalização. Ou seja, a lista dos registros existentes deve respeitar a hierarquia dos produtos e subprodutos da gestão.

Por exemplo, se existe mais de um tipo de produto à venda, seus lançamentos devem ser lançados separadamente.

Outra questão muito importante está relacionada ao provisionamento de valores.

Todos os valores devem ser provisionados, em curto e longo prazos.

Quando isso não acontece, o balancete fica incompleto.

Quais benefícios eles trazem para o negócio?

As vantagens que os relatórios contábeis proporcionam para um empreendimento são variadas.

Citamos alguns de seus principais exemplos abaixo:

Melhores decisões

Quem administra uma empresa é pressionado por todos os lados para obter resultados positivos.

Essa pessoa deve escolher os melhores profissionais do mercado, saber dialogar com sua equipe de trabalho e tomar decisões eficientes.

Qualquer deslize pode colocar em risco a obtenção de números positivos e abrir espaço para os concorrentes ganharem espaço no mercado.

Em meio a esse cenário, os relatórios contábeis facilitam o entendimento da atual situação econômica da gestão.

Como consequência disso, é possível escolher soluções que aumentam a produtividade e fomentam o crescimento da empresa.

Criação de estratégias mais eficientes

O mercado está repleto de diferentes gestões com inúmeros objetivos e metas de trabalho.

Cada uma delas deve criar uma estratégia específica para obter os resultados que deseja.

De nada adianta tentar copiar o planejamento dos concorrentes, se o empreendimento em análise não está preparado para isso.

Ao realizar relatórios contábeis com dados reais e atualizados, o negócio consegue identificar as potencialidades e as fragilidades que são cruciais no caminho do sucesso.

Acesso facilitado ao crédito

Hoje em dia, a maioria das instituições financeiras ainda não solicita os relatórios contábeis de pequenas e médias empresas.

Entretanto, os bancos estão se preparando para solicitar esses tipos de documento antes de liberar pequenos empréstimos.

Os financiamentos de longo prazo, como os fornecidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) exigem mais rigor na saúde financeira dos estabelecimentos.

Esse tipo de investimento é fundamental para expandir as atividades da empresa e fazer com que sua notoriedade cresça no mercado.

O aumento do crédito disponibilizado depende da análise dos relatórios contábeis exigidos. Portanto, eles devem ser atualizados para evidenciar a capacidade de pagamento do negócio.

Fonte: Jornal Contábil

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