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TREPIDACOES E COLISOES PODEM AFETAR O FACHO DE LUZ DOS FAROIS DOS VEICULOS E COMPROMETER A VISIBILIDADE DO MOTORISTA - FACEBOOK

Trepidações e colisões podem afetar o facho de luz dos faróis dos veículos e comprometer a visibilidade do motorista

Saiba quais são os cuidados na hora da revisão para análise do alinhamento e estado dos faróis.

As trepidações em pistas irregulares e colisões podem alterar a posição do facho de luz dos faróis. A Arteb, um dos principais fabricantes mundiais de sistema de iluminação automotiva, destaca várias dicas para o motorista manter o sistema de iluminação do veículo em boas condições, garantindo visibilidade em qualquer situação.

Ao fazer a revisão preventiva para verificar a necessidade de alinhamento dos faróis é importante também analisar as condições das lentes. Quando amareladas, com riscos profundos ou trincadas podem comprometer o foco de luz. “Os faróis sofrem desgastes devido não só ao tempo de uso, mas também utilização de alguns produtos durante a lavagem do carro ou infiltração de água”, explica o engenheiro da Arteb, Egidio Vertamatti.

Para fazer a avaliação completa dos faróis, a recomendação é levar o veículo a uma empresa especializada e, caso haja a necessidade de trocar lâmpadas ou faróis, efetuar a substituição em pares para não causar desequilíbrio de luminosidade.

Componentes fundamentais para trafegar com segurança pelas vias, os faróis, lanternas e piscas devem estar em perfeitas condições para garantirem uma iluminação adequada. Além da questão da segurança no trânsito para motoristas e para passageiros do veículo e também pedestres, o sistema de iluminação pode causar prejuízos financeiros. O artigo 223 do Código de Trânsito Brasileiro define que transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a perturbar a visão de outro condutor é infração grave, que resulta em multa e cinco pontos na carteira de habilitação do motorista. De acordo com dados apresentados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), de janeiro a agosto de 2018, 2.295 multas foram aplicadas no Brasil por transitar com o farol desregulado ou com o farol alto perturbando a visão de outro condutor.

Responsável pela fabricação de faróis para diversas montadoras, a Arteb desenvolve sistemas de iluminação atendendo as exigências de diversas certificações que atestam a qualidade de seus produtos, entre elas, ISO 9001, Norma IATF 16949:2016, ISO 14000, certificações específicas para atender a Argentina (IRAM) e Europa (UCA) e Q1, recebido da Ford. Possui laboratório Arteb creditado e credenciado Inmetro NBR ISO/IEC 17025, integrando-se à Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaios (RBLE) que permite realizar vários testes, conferindo aos produtos qualidade, eficiência e tecnologia de ponta.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Crimes cibernéticos causaram cerca de US$ 550 bilhões em perdas no ano passado, segundo a AON

Crimes cibernéticos causaram cerca de US$ 550 bilhões em perdas no ano passado, segundo a AON

Os crimes cibernéticos causaram cerca de US$ 550 bilhões em perdas no ano passado, segundo a Aon, empresa global de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde e gestão de riscos cibernéticos.

O relatório Cyber Security Insights da Norton, uma divisão da Symantec, aponta que, em 2017, o Brasil foi o 2º país com o maior número de crimes cibernéticos no mundo, sendo superado apenas pela China. De acordo com o estudo, mais de 62 milhões de brasileiros foram impactados de alguma forma, gerando um prejuízo de US$ 22 bilhões. O phishing é o tipo de ataque mais comum registrado no país, sendo o celular o dispositivo mais atacado.

Para o mundo corporativo, os efeitos podem ser ainda mais expressivos, seja por conta de vazamentos de informações confidenciais ou pelo não cumprimento de normas ou leis de proteção de dados, como a europeia, General Data Protection Regulation (GDPR), e a brasileira, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGDP).

De acordo com a Pesquisa Global em Gerenciamento de Riscos da Aon, crimes cibernéticos são a 5ª maior preocupação dos empresários, que analisam formas de mitigação e gestão dos riscos de suas empresas. A melhor maneira de manter sua companhia segura é estar preparado. Todo investimento e conscientização são de extrema importância para tornar mais eficiente a resposta e reduzir os custos de um crime cibernético.

Com o objetivo de conscientizar as organizações e o mercado sobre este risco iminente, a Aon está investindo em uma campanha voltada a apresentar as melhores práticas para a gestão, prevenção e mitigação dos riscos cibernéticos abordando todos os passos e cuidados que uma empresa deve ter desde a revisão e gestão da estrutura de TI, educação de colaboradores, plano de ação de comunicação, além do seguro.

A iniciativa tem como ação principal a criação de um Portal com conteúdos exclusivos e didáticos sobre o tema que estão sendo amplamente divulgados nos canais digitais da empresa e campanha de mídia. A Aon é também uma das empresas que compõe o Privacy Hub, formado por grandes empresas, como Brunswick, DataGuidance, Fieldfischer, PwC e Symantec, que visam educar e trabalhar juntos no combate do Risco Cibernético.

Conforme o risco cibernético vai se tornando mais conhecido, empresas buscam ações preventivas e planos reativos para lidar com os ataques. O papel das corretoras e consultorias de seguros é atuar na conscientização sobre a prevenção e suporte em casos de ataques. Além do desenvolvimento de um programa de seguros que consiga oferecer proteção para a empresa, incluindo custos com a gestão de crise.

“Gerenciar de forma eficaz exige segurança da informação e líderes de risco trabalhando em conjunto. Por isso, a melhor opção é a contratação de um seguro específico, que possa compreender a extensão da cobertura e pensar na segurança cibernética de forma holística, avaliando todas as vulnerabilidades para garantir a proteção total dos sistemas. Ou seja, com o seguro, as empresas têm à disposição uma ampla oferta de serviços que elas não possuiriam por conta própria”, comenta Marco Mendes, Cyber Insurance Developer da Aon.

Desde a segunda quinzena de agosto deste ano, quando o Presidente Temer aprovou a PLC 53/2018, a procura por essa solução aumentou aproximadamente 115% e gerou um volume de contratação 50% maior para o período.

Segundo um levantamento recente conduzido pela Symantec, em 2017, os ataques cibernéticos cresceram 44%, totalizando mais de 200 milhões de incidentes. Os alvos mais comuns foram instituições financeiras, companhias de tecnologia, varejo, provedores de serviço e o setor público. Sendo que os dispositivos mais atacados foram os celulares.

“Há mais de 10 anos somos líderes na gestão de riscos cibernéticos na Europa e nos Estados Unidos. Nossa equipe conta com um dedicado time de mais de 100 profissionais mundialmente com ampla capacidade técnica, experiência em melhoria de coberturas, estreitas relações com seguradoras e gestão de sinistros. Isso nos garante um know-how para identificar, quantificar e mitigar as ameaças cibernéticas”, afirma Marco Mendes. “Não é à toa que a Aon registrou um crescimento exponencial na busca por seguro cibernético no Brasil”, acrescenta Mendes.

Até o momento, os principais clientes da Aon são instituições financeiras, prestadores de serviços de tecnologia e empresas do setor de indústria e saúde. “De uma maneira geral, as empresas terão 18 meses para se adaptarem às regras da LGPD. A maior parte das companhias deve procurar fornecedores que as ajudem nesse processo. Por isso, acreditamos que o mercado continuará bem aquecido”, finaliza Mendes.

Fonte: Revista Cobertura

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A grande mudança para um seguro mais honesto e mais justo

*Gustavo Vieira Doria Filho

O seguro é um recurso utilizado há milênios para que a sociedade possa se proteger dos infortúnios imprevisíveis. Hoje, o setor vem passando por uma extrema transformação devido a evolução tecnológica, na medida em que fica cada vez mais fácil conhecer as pessoas e os seus hábitos através dos aplicativos e redes sociais.

A principal transformação para o consumidor dos seguros mais populares, como o de automóvel, é a evolução do conceito de perfil para o de persona. Isso significa, de forma resumida, ser mais especifico com os hábitos de cada segurado, gerando um custo mais justo de acordo com o estilo de vida de cada um.

Um exemplo prático seria o meu caso: 55 anos, casado, morador de Itapuã, com dois filhos. Dirijo sempre de forma defensiva, evitando freadas bruscas e respeitando os limites de velocidade. Porém, tenho um vizinho que tem o mesmo “perfil”, mas ele é ex-piloto de kart, abusa das freadas bruscas e velocidade é algo normal para ele. É justo pagarmos o mesmo preço de seguro de automóvel?

Claro que não, mas enquanto as seguradoras fizerem o preço do meu seguro baseado apenas no meu endereço, idade e composição familiar, estarei subsidiando o seguro do meu vizinho. O seguro é contrato baseado no mutualismo, ou seja, as pessoas do mesmo perfil têm o mesmo prêmio (o que a pessoa paga pelo seguro) e o preço final é baseado na experiência, ou utilização, do seguro no ano anterior.

Com as tecnologias existentes, especialmente IOT – também conhecida como “internet das coisas” – é possível monitorar a forma que a pessoa dirige e, consequentemente, fazer o preço do seguro mais justo de acordo com o estilo de vida de cada um.

Outro ponto importante é que a Inteligência Artificial já vem sendo utilizada para a análise dos sinistros (evento que gera perdas para o segurado) e a máquina consegue ser mais criteriosa do que o olhar humano, prestando atenção a detalhes específicos e reduzindo de forma significativa o volume de fraudes.

Como já falamos, o principal componente do preço do seguro é o volume de indenizações pagas no ano anterior. Portanto, cada vez que alguém frauda um seguro de um Ford Fiesta 2017, por exemplo, todos aqueles que têm um veiculo similar vão ratear este prejuízo criminoso, pagando o preço do seguro do ano seguinte.

Assim, cada vez que a tecnologia de inteligência artificial evita que um fraudador utilize indevidamente a sua apólice, ela está garantindo um seguro mais justo para o restante da sociedade.

Todo desenvolvimento da tecnologia deve servir para melhorar a experiência do cidadão e oferecer mais qualidade de vida. A indústria do seguro vem investindo forte para garantir um seguro mais justo e honesto para proteger melhor a cada um de nós.

Por Gustavo Vieira Doria Filho, idealizador do CQCS Insurtech & Inovação.

O CQCS Insurtech & Inovação realiza evento internacional nos dias 1 e 2 de agosto, no Villa Blue Tree São Paulo, e terá as mais modernas seguradoras do mercado, insurtechs, aceleradoras, investidores e empreendedores do setor.

FONTE: REVISTA COBERTURA

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