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O atendimento no varejo mudou muito! Quer saber como o WhatsApp promoveu essa transformação?

Como o Varejo está transformando o atendimento no WhatsApp?

O artigo escrito por Marcos Abellón, fala sobre como o WhatsApp transformou o atendimento do Varejo.

As novas tecnologias vêm revolucionando a cada dia a forma como as empresas se comunicam com os seus clientes. Com o processo acelerado de transformação digital, já não é surpresa ou novidade que as interações estão – e precisam ser – muito mais rápidas e eficazes para que haja competitividade, seja qual for o tamanho ou segmento da organização.

É bem provável que você, por exemplo, já tenha feito algum tipo de compra, ou pelo menos alguma consulta via WhatsApp, não é mesmo? Afinal, 99% dos celulares no Brasil têm o aplicativo instalado.

De acordo com pesquisa mais recente divulgada pelo Sebrae, pelo menos 72% dos brasileiros já usaram o WhatsApp para interagir com marcas e mais de 80% das PMEs (pequenas e médias empresas) que usam o aplicativo acreditam que ele contribui para o crescimento de seus negócios.

Em 2018, o app queridinho dos brasileiros criou o WhatsApp Business – uma versão do seu mensageiro feita especialmente às empresas. Só que, com o tempo, essa versão passou a não ser totalmente eficaz para atender algumas organizações.

Isso porque a versão do aplicativo é bem simples e, basicamente, só permite que você programe mensagens automáticas e totalmente humanizadas. As solicitações devem ser respondidas uma a uma, o que gera um grande problema às empresas que precisam cada vez mais de agilidade e eficiência nos atendimentos.

A solução para isso faz parte de um processo que vem se popularizando cada vez mais, principalmente no varejo, que busca um sistema que permita otimizar operações e escalar o seu atendimento.

Os sistemas de atendimento automatizado simulam uma conversa humana e respondem as dúvidas dos clientes. Tudo isso integrado ao WhatsApp.

Além disso, os benefícios que esse tipo de ferramenta pode trazer a uma empresa de varejo são incontáveis. A automatização desse tipo de processo garante mais agilidade na hora do atendimento, precisão de resposta, redução de falhas, disponibilidade 24h, além de claro, a economia de recursos.

No fim das contas, os clientes ficam satisfeitos com a opção de se comunicar com empresas em tempo real, além dos tempos de espera reduzidos e do fato de que eles não estão mais limitados a certos horários para fazer o contato.

É importante destacar que esse processo de robotização pode ter graus de complexidade variados. O interessante é que quando você utiliza uma ferramenta para desenvolver uma solução desse tipo é possível personalizar os chatbots.

Uma pizzaria, por exemplo, pode colocar o seu cardápio no WhatsApp e permitir com que o cliente tenha acesso ao menu, na palma da mão, e faça o pedido de sua pizza de forma automatizada.

No caso de uma loja de roupas, por exemplo, o chatbot pode ser integrado com o seu ERP para que tenha acesso a informações dos produtos catalogados, do estoque e pode efetuar um atendimento mais completo e eficaz.

A robotização do atendimento via WhatsApp oferece, portanto, um grande potencial para as empresas atraírem novos clientes e aprimorarem seu relacionamento com os atuais. E o melhor: a automação do atendimento não está disponível só para as grandes empresas, mas também aos pequenos.

Fonte: Contábeis

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O novo normal dos pagamentos: as transações por WhatsApp estão voltando?

Pagamento via WhatsApp retoma testes para ser regularizado

Banco Central autorizou os testes de pagamento via whatsapp, mas a ferramenta ainda não está autorizada a operar comercialmente.

Quarenta dias depois de ter sido suspenso no Brasil, o serviço de pagamentos do WhatsApp voltou a ser testado no país. O Banco Central (BC) autorizou os testes, mas disse que isso não significa que a ferramenta já tem permissão para operar comercialmente no Brasil. Segundo a autoridade monetária, o processo de regulação continua.
Os testes com o serviço de pagamentos do WhatsApp foram retomados pela Visa. A empresa informou que teve “autorização do Banco Central para realizar testes com novos participantes no ambiente do WhatsApp”, o que considera “um passo importante para continuar aperfeiçoando esse modelo de pagamento e inserir mais parceiros no projeto”. Mas destacou que “ainda não poderá realizar operação comercial na plataforma”.

Testes

Em nota publicada nesta segunda-feira, 3, o BC confirmou a autorização para os testes da Visa. Mas alertou que “esses testes não podem envolver a realização de qualquer transação real com usuários e não podem movimentar valores reais em qualquer montante”.

A autoridade monetária lembrou que o pedido do WhatsApp, da Visa e da Mastercard de operarem uma solução de pagamentos digitais que parte do aplicativo de mensagens “continua sendo analisado conforme os procedimentos e prazos-padrão utilizados com outros pleitos”.

O BC garantiu que está trabalhando para “concluir essa análise o mais rápido possível, de modo a logo recepcionar os novos participantes no sistema de pagamentos, com a devida segurança quanto à saudável competição e à segurança de dados dos usuários.”

Suspensão

O serviço de pagamentos do WhatsApp foi lançado no Brasil em meados de junho. Porém, logo depois foi suspenso pelo Banco Central. À época, o BC argumentou que a ferramenta já nascia com milhões de usuários. Por isso, precisava passar pela mesma trilha de aprovação dos demais integrantes do sistema de pagamentos brasileiros para comprovar que é segura e competitivo.

O processo tem contado com o apoio do WhatsApp, cujos executivos chegaram a se reunir com a diretoria do BC para apresentar os detalhes desse arranjo de pagamentos. A Visa também disse que segue “à disposição e contribuindo com o regulador para que a inovação esteja liberada em breve, beneficiando indivíduos, empresas e economias em geral.” Já a Mastercard deve se manifestar sobre os questionamentos do BC nos próximos dias, segundo a autoridade monetária.

Fonte: Contábeis

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Nem tudo são flores: os pagamentos pelo WhatsApp são realmente confiáveis?

Pagamentos pelo WhatsApp são suspensos pelo Banco Central

Paralisação de operações é determinada para que haja uma avaliação de riscos

Na primeira quinzena de junho, o WhatsApp lançou uma nova atualização em seu sistema, que passou a permitir a realização de pagamentos e transações monetárias pelo aplicativo.

A novidade tem como objetivo permitir que os usuários paguem por produtos e enviem dinheiro a conhecidos sem sair da plataforma, que passa a ser uma nova interface para tais operações.

A possibilidade de realizar transações pelo app foi lançada na segunda-feira da semana passada, dia 15, e o sistema seria compatível apenas com os cartões de bandeira Visa ou MasterCard do Banco do Brasil, Sicredi (incluindo a conta Woop) e Nubank.

O processamento dos pagamentos seriam processados pela Cielo.

De acordo com o WhatsApp, empresa integrante do portfólio do empresário Mark Zuckerberg, o foco inicial da atualização foi ajudar na expansão dos negócios de pequenas empresas brasileiras, que muitas vezes utilizam o aplicativo como forma de gerenciar negócios e pagamentos.

Num país com quase 130 milhões de usuários e diante da crise causada pela pandemia, há um movimento intenso de migração de empresas para o comércio online, o que torna a nova ferramenta muito atrativa.

 “Embora muitos empreendedores e donos de pequenos negócios utilizem o aplicativo para gerenciar pagamentos, é importante que todas as medidas de segurança sejam compreendidas e seguidas pelos usuários da atualização”, comenta Thomas Carlsen, COO da mywork, especializada em controle de ponto online.

“O WhatsApp já apresentou situações em que houve vazamento de dados dos usuários e o sistema já foi suspenso duas vezes por decisões judiciais no Brasil.

Com o acesso a dados bancários, o risco deve ser cuidadosamente avaliados”, avalia Thomas.

De fato, a ferramenta conta com algumas particularidades que visam aumentar a segurança dos dados dos usuários.

Antes de começar a utilizá-la, há uma série de passos:

  1. aceitar os termos de pagamento e política de privacidade do WhatsApp;
  2. aceitar os termos de pagamento e política de privacidade do Facebook;
  3. aceitar os termos e comunicado de privacidade da Cielo;

Após tais operações, é necessário que o usuário crie uma senha numérica (ou cadastre a impressão digital) no Facebook Pay e o PIN criado será utilizado na autorização de transferências no aplicativo.

Isso dá a segurança de que a senha bancária não será utilizada no sistema.

A ideia é ter uma carteira digital no bate-papo.

“Apesar dos cuidados necessários, o modelo de pagamento dentro do aplicativo é mais um resultado interessante das soluções que surgem durante a crise”, analisa Carlsen, “A possibilidade de oferecer uma plataforma mais acessível a alguns clientes traz uma nova experiência de compra aos usuários do aplicativo e pode significar um impulsionamento de vários negócios”, comenta o executivo.

Ontem (23), o  Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam a função de pagamentos e transferências por meio do WhatsApp no Brasil, determinando que as bandeiras Visa e MasterCard paralisem as operações junto ao aplicativo para que uma avaliação de riscos seja feita.

Em nota, o BC afirma que a decisão foi tomada para preservar um ambiente competitivo adequado e garantir o funcionamento correto do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

No entanto, reuniões já estão sendo agendadas com a equipe do WhatsApp para avaliar a liberação da ferramenta no Brasil.

Fonte: Jornal Contábil

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WhatsApp libera pagamentos e envio de dinheiro no Brasil

Nesta segunda-feira (15), o WhatsApp anunciou que o Brasil será o primeiro país do mundo a utilizar o serviço de pagamentos dentro da plataforma.

A novidade, que vem sendo testada na Índia, permite realizar compras no mensageiro ou enviar dinheiro para contatos.

Os pagamentos feitos pelo WhatsApp são oferecidos pelo Facebook Pay. Em nota, a empresa cita que a ideia para o futuro é “usar os mesmos dados de pagamento em toda a família de aplicativos do Facebook”.

Neste momento, serão aceitos cartões de débito e crédito das bandeiras Visa e Mastercard emitidos pelo Banco do Brasil, Nubank e Sicredi. A empresa reforça que o modelo de programa “é aberto e facilita a entrada de mais participantes no futuro”.

Todos os pagamentos feitos na plataforma serão processados pela Cielo. A novidade, que é válida tanto para usuários comuns, também está disponível no WhatsApp Business – para pequenas empresas, comércios locais, transações rápidas e outros.

A função ‘Pagamento’ será exibida no próprio menu de mensagens, na aba de envio de documentos, localização, contatos e afins. O usuário precisará inserir um PIN de segurança de seis dígitos para realizar as transações. Se o dispositivo possuir leitor de impressões digitais, ele poderá ser usado para autenticar as compras e envios de dinheiro.

Taxas e limites

Entre as informações necessárias para iniciar o uso do serviço, o usuário precisará incluir nome, CPF e dados de um cartão válido. O cartão também é verificado por SMS, e-mail ou pelo aplicativo do banco instalado no celular.

A empresa cita que as transações são realizadas apenas em real e dentro do Brasil. Existe um limite de R$ 1 mil por transação e de R$ 5 mil por mês. São permitidas até 20 transações por dia.

Contas comerciais precisarão ter uma conta Cielo para solicitar e receber pagamentos sem limites – no crédito ou no débito. Para comerciantes, há uma taxa fixa de 3,99% por transação. Pessoas físicas poderão enviar dinheiro ou fazer compras sem taxas.

A taxa cobrada pelo WhatsApp por transação para comércios é sobre o processamento dos dados. A própria Cielo, para efeito de comparação, aplica taxas (variáveis) de 2,39% para processar pagamentos no débito ou 4,99% no crédito à vista.

Já posso usar?

O WhatsApp destaca, além do uso comercial da ferramenta, o envio de dinheiro de forma facilitada para amigos e familiares. Mas, também, que a partir de hoje o recurso “será disponibilizado gradualmente”.

Ou seja, se a função ainda não apareceu no seu aplicativo, saiba que ela está sendo liberada aos poucos. O WhatsApp informa que “futuramente todos os usuários no Brasil poderão” usá-la.

Fonte: Tecmundo

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